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Marcos Assunção revela problema gigante no Palmeiras

Marcos Assunção concedeu entrevista ao podcast Benja Me Mucho, do apresentador Benjamin Back, o Benja. Em determinado momento da conversa, Benja tocou relembrou o…

Marcos Assunção revela problema gigante no Palmeiras

Foto: Divulgação.

Marcos Assunção concedeu entrevista ao podcast Benja Me Mucho, do apresentador Benjamin Back, o Benja. Em determinado momento da conversa, Benja tocou relembrou o caso recente de Luan, do Corinthians, e o ex-jogador revelou que passou por situação parecida na época de Verdão.

“Já passei por algo semelhante. Eu tive problema com uns caras da Mancha (Verde) que hoje são meus amigos. Sempre fui de defender meus companheiros. Então, estávamos treinando e alguns torcedores lá no CT começaram a xingar o Luan (ex-atacante do Palmeiras). E eu fui defender, falei para deixarem ele, que tava tudo certo”, iniciou.

Após o treino, Assunção encontrou dois integrantes da principal torcida organizada do Alviverde no estacionamento da Academia de Futebol. Houve discussão entre os três, porém não chegaram às vias de fato. Tudo acabou sendo resolvido posteriormente em conversa na sede da organizada.

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“Depois, eu fui no estacionamento e tinha dois caras da Mancha que não gostaram e vieram me falar que me viram na balada. A gente discutiu na hora, mas não chegou a ter agressão. Depois eu fui lá na Mancha, conversamos e colocamos uma pedra naquilo”, completou.

Marcos Assunção tinha crédito com a torcida do Palmeiras

Uma das poucas referências do Verdão entre 2010 e 2012, período em que vestiu o manto palestrino, o meio-campista tinha crédito de sobra com a torcida que canta e vibra. Afinal, dentro de campo demonstrava o comprometimento que tinha com o clube.

Assunção disputou 145 jogos pelo Maior Campeão Nacional e balançou as redes 31 vezes. Ele foi um dos grandes responsáveis pela conquista da Copa do Brasil de 2012.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.