★ Notícias do Palmeiras

Edu Bala fala sobre o atual time do Palmeiras e da fase torcedora

Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras, o ex-atacante Edu Bala esteve presente na goleada por 4 a 1 do Verdão sobre o…

Edu Bala fala sobre o atual time do Palmeiras e da fase torcedora

Foto: Reprodução.

Um dos maiores ídolos da história do Palmeiras, o ex-atacante Edu Bala esteve presente na goleada por 4 a 1 do Verdão sobre o Grêmio, no Allianz Parque. A lenda foi convidada a assistir a partida no camarote Braza, restaurante de alta gastronomia localizado dentro da casa palestrina.

Edu aprovou o show de bola dado pelo Alviverde, que poderia ter feito um placar ainda maior. “Foi um espetáculo, muita troca de passes, chegando muitas vezes à área. Um futebol de altíssimo nível”, comentou o ídolo, de 74 anos, na última quarta-feira (10).

O ex-jogador foi questionado se teria um lugar entre os titulares da equipe de Abel Ferreira, denominada de a Terceira Academia, por Ademir da Guia, e deu a entender que pegaria a camisa de alguém, mas que prefere ficar na arquibancada, curtindo a fase de torcedor.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

“Espaço sempre tem, né (risos). Mas me sinto bem aqui de cima, assistindo como torcedor e vendo o pessoal jogar”, brincou.

Edu Bala fez história com a camisa do Palmeiras

Ao longo da carreira, Edu passou por diversas equipes, incluindo o rival São Paulo. Mas foi no antigo Palestra Itália que ele realmente se estabeleceu. Foram 482 jogos disputados entre 1969 e 1978, o 12º jogador que mais vestiu o manto palestrino na história.

Lenda das Academias das décadas de 1960 e 70, o ponta conquistou sete troféus, sendo dois tricampeonatos, um brasileiro e um estadual. Taças que ergueu atuando ao lado de alguns dos maiores ídolos do clube como Ademir, Dudu, Leivinha, Leão, Luís Pereira, César Maluco, entre outros tantos.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.