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Ídolo do Palmeiras não suporta a pressão e é mandado pro olho da rua

O ex-meia-atacante Alex, ídolo do Palmeiras, foi demitido do comando do Avaí. O agora treinador não resistiu aos resultados ruins e deixou o clube…

Ídolo do Palmeiras não suporta a pressão e é mandado pro olho da rua

Foto: Divulgação.

O ex-meia-atacante Alex, ídolo do Palmeiras, foi demitido do comando do Avaí. O agora treinador não resistiu aos resultados ruins e deixou o clube de Santa Catarina, onde trabalhava desde o final de novembro do ano passado.

“O Avaí Futebol Clube informa que Alex de Souza não é mais técnico do Avaí. A decisão ocorre em comum acordo. Deixam o clube também os auxiliares PC de Oliveira e João Cavalcanti. O Leão agradece os profissionais e deseja sucesso nos novos desafios”, publicou a agremiação nas redes sociais.

A decisão foi tomada pelos dirigentes da equipe de Florianópolis após a derrota do Leão para o Vila Nova por 3 a 0, na Ressacada, em jogo válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro da Série B.

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O técnico esteve à frente do banco de reservas do time em 18 partidas, com seis vitórias, quatro empates e oito derrotas. O aproveitamento de 40% pesou contra o craque.

Alex assumiu o Avaí em novembro de 2022. Antes de aceitar o primeiro desafio no profissional, ele comandou a equipe Sub-20 do São Paulo. Apesar da experiência ruim, o ex-Verdão demonstra potencial para decolar na carreira futuramente.

Alex brilhou com o manto do Palmeiras

O Verdão foi um dos clubes pelos quais o ex-meia desfilou seu futebol nos tempos de jogador. Por onde passou, ele se consolidou como ídolo. Assim é reconhecido no Coritiba, no Cruzeiro e no Fenerbahçe, da Turquia.

No Palestra, ele foi peça importante nas conquistas dos títulos da Copa do Brasil e da Copa Mercosul, em 1998, da Libertadores da América, em 1999, e do Torneio Rio-São Paulo, em 2000.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.