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Abel não se cala sobre deixar o Palmeiras e ir trabalhar na França

Em coletiva após a classificação do Palmeiras na Copa do Brasil, o técnico Abel Ferreira falou sobre a recente especulação de que ele poderia…

Abel não se cala sobre deixar o Palmeiras e ir trabalhar na França

Foto: Cesar Greco.

Em coletiva após a classificação do Palmeiras na Copa do Brasil, o técnico Abel Ferreira falou sobre a recente especulação de que ele poderia trocar o clube pelo Nice, da França. O português tratou de negar que tenha recebido proposta do time europeu e garantiu que seu lugar é no Verdão.

“As pessoas têm que falar comigo. O que diz a imprensa(…) eu tenho contrato com o clube, estou onde querem que eu esteja. Isso que me interessa, o aqui e o agora e o meu clube que é o Palmeiras”, afirmou.

O comandante palestrino foi mencionado como um dos potenciais candidatos a assumir o Nice na próxima temporada, conforme publicação da RMC Sport. Ele seria um dos nomes cotados para substituir Didier Digard, que não faz um bom trabalho à frente da equipe francesa.

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No fim do ano passado, o lusitano recebeu um contato da agremiação europeia – a possibilidade de transferência foi descartada, como outras anteriores -, mas desta vez não.

O ídolo palmeirense diz que está feliz na Academia de Futebol, com a família estabelecida na capital paulista e que uma mudança de ares precisaria ser muito bem pensada. Ele tem contrato até dezembro de 2024.

Leila Pereira quer Abel por mais tempo

A presidente palmeirense já declarou publicamente o desejo de contar com o ídolo palestrino por um tempo maior que o atual vínculo dele, que se encerra no fim da próxima temporada.

O mandato de Leila se encerra justamente nesse mesmo período. Ela pretende se candidatar a reeleição e, caso, vença novamente, a ideia é tentar convencer o lusitano renovar o contrato e ficar até 2027, quando terminaria uma eventual segunda presidencia.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.