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Felipe Neto não tem compaixão e zomba de perda de Scarpa

Depois da derrota do Brasil para o Marrocos por 2 a 1, o youtuber Felipe Neto usou o golpe sofrido por Gustavo Scarpa como…

Felipe Neto não tem compaixão e zomba de perda de Scarpa

Foto: Leo Aversa / Agência O Globo.

Depois da derrota do Brasil para o Marrocos por 2 a 1, o youtuber Felipe Neto usou o golpe sofrido por Gustavo Scarpa como piada para criticar o desempenho da Seleção. O comentário do influenciador foi feito no Canal GB, que transmitiu a partida.

“Eu acho que faltou a convocação do Willian Bigode com o Gustavo Scarpa. Fazer um triângulo, uma pirâmide, eu acho que daria certo”, ironizou Felipe.

O meia-atacante do Nottingham Forest perdeu R$ 6,3 milhões em um investimento feito em criptomoedas na Xland Holding. A empresa foi indicada ao jogador pelo amigo e ex-companheiro de Palmeiras, Willian Bigode, atualmente atleta do Athletico-PR.

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A corretora prometia um retorno de 3,5% a 5% ao mês, percentuais muito acima dos padrões do mercado. Ao tentar resgatar as cifras investidas, o meia se deu conta de que caiu em um golpe financeiro.

Além de Gustavo, o lateral-direito Mayke também fez um aporte milionário. O ala colocou quase R$ 4,1 milhões no negócio. Ambos entraram na Justiça para tentar reaver as perdas e romper os contratos assinados com a Xland.

Não foi só Felipe Neto que tirou sarro do caso

Assim que a notícia do golpe veio a tona, o assunto passou a ser pauta em diversos sites e programas de televisão. E, como não poderia ser diferente, também tomou conta da internet.

O caso virou meme em diversas páginas nas redes sociais, principalmente os perfis voltados para a produção de conteúdo relacionado ao futebol. Os três jogadores envolvidos passaram a protagonizar comentários irônicos pela rede mundial de computadores.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.