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Abel Ferreira processa jornalista polêmico e cobra R$ 50 mil

O técnico Abel Ferreira processou o jornalista Mauro Cezar Pereira e a emissora de rádio Jovem Pan, após o comunicador dizer na emissora que…

Abel Ferreira processa jornalista polêmico e cobra R$ 50 mil

Abel Ferreira processou jornalista. Foto: Cesar Greco.

O técnico Abel Ferreira processou o jornalista Mauro Cezar Pereira e a emissora de rádio Jovem Pan, após o comunicador dizer na emissora que o português teria uma “visão de colonizador”. A informação foi divulgada primeiramente por Ancelmo Gois, do jornal ‘O Globo’.

Na ação, que será julgada pelo Juiz da na 17ª Vara Cível de São Paulo, o treinador alviverde alega ter sido vítima de injúria e pede indenização no valor de 50 mil reais a ser dividida entre o jornalista e a emissora por danos morais, além de uma retratação pública de ambas as partes.

Caso o lusitano ganhe a causa, o valor será integralmente revertido à organizações humanitárias de caridade, assim como fez com o dinheiro da venda de seu livro.

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A petição foi apresentada na última segunda-feira. Mauro Cezar e a Jovem Pan não foram citados pela Justiça até o momento, o que deverá acontecer em breve.

Relembre a possível ofensa sofrida por Abel Ferreira

A história começou após o caso de indisciplina do atacante Gabriel Veron, antes do Choque-Rei decisivo pela Copa do Brasil, em julho. Na ocasião, Abel declarou que era necessária uma evolução dos jogadores brasileiros em termos de educação, na formação dos atletas.

Mauro Cezar, ao analisar a fala do treinador, disse não gostar dos técnicos portugueses vindo ao Brasil, com uma visão colonizadora de como deveríamos nos comportar.

Procurado pelo jornal ‘Lance!’, o jornalista preferiu não falar sobre o caso e afirmou não ter ofendido a honra de ninguém: “Não tenho que me manifestar, mesmo porque em momento algum ofendi a honra de alguém”, disse.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.