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Palmeiras terá sequência de 10 jogos sem semana livre para treinar

Segundo a Tribuna de Jundiaí, o Verdão enfrenta calendário apertado na reta final da temporada, sem qualquer semana cheia para treinamentos.

Palmeiras terá sequência de 10 jogos sem semana livre para treinar

O Palmeiras vai encarar uma maratona de dez partidas seguidas sem nenhuma semana livre para treinamentos, segundo informou a Tribuna de Jundiaí. O cenário reforça o desgaste físico do elenco na reta final da temporada, período em que o clube disputa simultaneamente o Brasileirão e a Copa do Brasil.

Calendário sem respiro

De acordo com a publicação, a comissão técnica de Abel Ferreira terá que administrar o elenco sem contar com aquele intervalo tradicional entre uma partida e outra que costuma ser usado para corrigir detalhes táticos e recuperar jogadores fisicamente. Com jogos praticamente a cada três dias, o departamento de fisiologia do clube ganha ainda mais protagonismo nesta fase da temporada.

A situação exige rotação constante do time titular, algo que já vinha sendo adotado pelo treinador português ao longo do ano. A ideia é preservar peças importantes do elenco para os compromissos mais decisivos, evitando lesões por sobrecarga em um momento crucial da temporada.

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Brasileirão e Copa do Brasil na mesma reta final

A sobrecarga de jogos tem relação direta com a disputa simultânea de duas competições de peso: o Palmeiras luta por posições de destaque no Brasileirão e, ao mesmo tempo, avança na Copa do Brasil, competição na qual enfrentará o Vasco da Gama na semifinal, conforme já definido pela CBF.

Esse acúmulo de compromissos é típico do calendário do futebol brasileiro, que costuma concentrar decisões importantes nos meses finais do ano, obrigando os clubes a conciliar frentes distintas com o mesmo grupo de jogadores.

Leia também: CBF define datas: Palmeiras enfrenta o Vasco na semifinal da Copa do Brasil

Desafio físico e mental para o elenco

Além do aspecto físico, a sequência de jogos decisivos também impõe um desgaste mental aos atletas, que precisam manter o foco e a concentração em praticamente todos os compromissos. A gestão emocional do grupo, portanto, passa a ser tão importante quanto o preparo tático montado por Abel Ferreira para os próximos duelos.

Resta ao departamento médico e à comissão técnica encontrar o equilíbrio ideal entre poupar jogadores e manter a competitividade da equipe, especialmente diante da relevância dos títulos em disputa nesta fase da temporada.

Sobre o autor
Carla Menezes

Especialista em transferências e no dia a dia do elenco na Academia.