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5 jogadores com nomes de animais que jogaram no Palmeiras

Ao longo da história centenária do Palmeiras diversos jogadores passaram pelo clube, sendo alguns deles com nomes um tanto quanto inusitados. Dentre esses atletas,…

5 jogadores com nomes de animais que jogaram no Palmeiras

Foto: Divulgação.

Ao longo da história centenária do Palmeiras diversos jogadores passaram pelo clube, sendo alguns deles com nomes um tanto quanto inusitados. Dentre esses atletas, destacam-se cinco com animais no sobrenome ou como apelido. Confira abaixo os “animais” que já vestiram o manto palestrino e deixaram suas marcas na história do Verdão.

Veja os 5 jogadores com nomes de animas que passaram pelo Palmeiras:

Aranha – Assim ficou mais conhecido Márcio Lúcio Duarte Costa. O goleiro, que teve maior destaque atuando por Ponte Preta e Santos, teve uma breve passagem pelo Alviverde e só vestiu o manto palestrino em uma oportunidade, em 2015.

Emerson Leão – No caso do ídolo alviverde, que conquistou dois tricampeonatos, um do Paulista e outro do Brasileiro, o Leão é sobrenome. Um dos símbolos da academia de goleiros do Verde, ele disputou 519 jogos pelo clube somando as duas passagens que teve, se tornando um dos atletas que mais entraram em campo pelo maior Campeão do Brasil.

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Rafael Elias, o Papagaio – Revelação mais recente da base palmeirense, o centroavante é mais conhecido pelo apelido que carrega. Nas categorias de formação, se destacou pelo desempenho apresentado que não conseguiu repetir no profissional. Nos 15 duelos feitos, marcou dois gols.

Donizete Pantera – O camisa 9, que comemorava seus gols imitando uma pantera, foi mais um “animal” que teve trajetória curta no Palestra. Foram apenas oito partidas e um tento no ano de 2001.

Ademar Pantera – Fechando a lista, mais um felino. Ademar atuava como atacante e se destacava pelo vigor físico. No decorrer da curta carreira de jogador, teve seu melhor desempenho pelo Verde, tendo feito 15 gols em 36 partidas entre 1964 e 68.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.