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Vitor Reis dá presente de despedida ao Palmeiras

Vitor Reis deve mesmo se despedir do Palmeiras e rumar em direção à Inglaterra, para defender o Manchester City. E para deixar o Allianz…

Vitor Reis dá presente de despedida ao Palmeiras

Créditos: Instagram/Vitor Reis

Vitor Reis deve mesmo se despedir do Palmeiras e rumar em direção à Inglaterra, para defender o Manchester City. E para deixar o Allianz Parque agora nesta janela e partir para o novo desafio, o zagueiro de 18 anos topou até mesmo abrir mão da parte da transação a que tinha direito.

De acordo com o jornalista Jorge Nicola, a transferência foi fechada da seguinte maneira: 35 milhões de euros fixos (R$ 220 milhões) e mais 5 milhões de euros (R$ 31 milhões) de bônus. Essa bonificação está atrelada a uma eventual venda futura do jovem defensor por mais de 60 milhões de euros (372,6 milhões).

Totalizando, assim, um negócio que pode render até 40 milhões de euros (R$ 248,4 milhões) aos cofres alviverdes. Trata-se da maior venda de um zagueiro da história do futebol brasileiro. Até então, esse posto era de Lucas Beraldo, vendido pelo São Paulo ao PSG por 20 milhões de euros.

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O Palestra ficará com a totalidade da transação. Na última renovação contratual, realizada em agosto de 2024, o zagueiro havia ficado com 10% de seus direitos econômicos. Mas, para liberá-lo agora, o clube exigiu que o atleta abrisse mão dessa fatia. Desta forma, a diretoria garantiu o recebimento de 100% do valor da transferência.

Palmeiras queria segurar Vitor Reis por mais tempo

A princípio, a ideia do Verde era segurar a Cria da Academia até a disputa do Super Mundial, que acontecerá entre junho e julho. Os planos, porém, foram interrompidos pela proposta elevada do City.

Diante dos valores envolvidos, a diretoria alviverde não teve outra escolha senão abrir mão da joia de forma imediata. Com essa quantia significativa, o clube deve ir ao mercado para compensar a baixa no setor defensivo.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.