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Falta de investimento de Leila Pereira faz Verdão ser ultrapassado pelo Flamengo

Atual bicampeão da América, o Verdão não tem mais o elenco mais valioso do país. Por conta do investimento pesado realizado da última temporada…

Atual bicampeão da América, o Verdão não tem mais o elenco mais valioso do país. Por conta do investimento pesado realizado da última temporada para cá, o Flamengo passou a ocupar a primeira colocação.

Segundo o site ‘Transfermarkt’, o time carioca tem o plantel avaliado em 163,90 milhões de euros, valor que convertido em real equivale a R$ 860 milhões.

Logo após o clube da Gávea vem o Palmeiras, com o elenco avaliado em 156,85 milhões de euros (aproximadamente R$ 820 milhões). 

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Apesar de não ocupar mais o primeiro lugar no ranking, o Alviverde mantém uma diferença considerável para Atlético-MG (128,05 milhões de euros) e Corinthians (111,95 milhões de euros), terceiro e quarto plantéis mais valiosos, respectivamente.

Elencos mais valioso do Brasil (euro):

  1. Flamengo – 163,90 milhões de euros
  2. Palmeiras – 156,85 milhões de euros
  3. Atlético-MG – 128,05 milhões de euros
  4. Corinthians – 111,95 milhões de euros
  5. Red Bull Bragantino – 87,30 milhões de euros
  6. São Paulo – 80,40 milhões de euros
  7. Internacional – 70,65 milhões de euros
  8. Botafogo – 66,18 milhões de euros
  9. Athletico – 62,05 milhões de euros
  10. Santos – 60,25 milhões de euros

Verdão investiu valor milionário na temporada

Embora o torcedor palmeirense reclame constantemente da falta de reforços, o clube fez um alto investimento para a atual temporada.

Com as contratações de Murilo, Eduard Atuesta, Miguel Merentiel, Flaco López e Bruno Tabata, o Palestra chegou a R$ 120,15 milhões investidos na aquisição de jogadores em 2022.

Contratações do Palmeiras em 2022:

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.