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Verdão não havia ficado uma temporada sem contratar desde 2015

O Verdão ainda não se movimentou no mercado de transferências. Ao que tudo indica, o time entrará em campo no próximo sábado (14), contra…

Verdão não havia ficado uma temporada sem contratar desde 2015

Foto: Cesar Greco.

O Verdão ainda não se movimentou no mercado de transferências. Ao que tudo indica, o time entrará em campo no próximo sábado (14), contra o São Bento, pela estreia no Campeonato Paulista, com nenhuma contratação feita, algo que não acontece desde 2015.

Naquele ano, o clube passou por uma grande reformulação depois de tempos de dificuldade. Com o novo estádio e o aporte financeiro da Crefisa, o Palmeiras adquiriu um total de 25 jogadores para modificar completamente o elenco e se fortalecer novamente.

Após a reconstrução, o volume de contratações foi diminuindo nos anos seguintes. Contudo, com Alexandre Mattos como diretor de futebol, conhecido por sua influência no mercado, algumas aquisições sempre foram feitas pelo clube.

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O ano com o menor número de movimentações por parte do Alviverde em um início de temporada, por exemplo, foi o de 2021, quando apenas um jogador chegou ao Allianz Parque para reforçar o plantel então campeão da Libertadores e da Copa do Brasil.

Desta forma, o começo da temporada de 2023 do Palestra é marcado por algo inédito em oito anos na era do renascimento do clube: nenhuma contratação feita para a nova jornada.

Verdão fará poucas contratações

O Palmeiras entende que com o atual elenco, com as renovações de peças importantes e a integração de garotos da base, o plantel está suficientemente fortalecido para a disputa da temporada e necessita apenas de reforços pontuais.

Uma possível aquisição a ser feita é de um volante para repor a potencial venda de Danilo, que está na mira de equipes europeias e pode deixar a Academia de Futebol em breve. Talvez, um atacante de velocidade também possa chegar, mas não mais que isso.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.