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Verdão enfrentará clima muito hostil contra o Atlético-MG na Libertadores

Na próxima quarta-feira (3), às 21h30, o Verdão encara o Atlético-MG, no Mineirão, pela partida de ida das quartas de final da Libertadores. Dentro…

Verdão enfrentará clima muito hostil contra o Atlético-MG na Libertadores

Palmeiras enfrenta o Galo na Libertadores. Foto: Divulgação.

Na próxima quarta-feira (3), às 21h30, o Verdão encara o Atlético-MG, no Mineirão, pela partida de ida das quartas de final da Libertadores. Dentro de campo, o Alviverde encontrará um forte adversário pela frente, um dos favoritos da competição, que será empurrado pela sua torcida nas arquibancadas.

Nesta sexta-feira (29), o Galo anunciou que mais de 47 mil ingressos foram vendidos. As entradas continuarão à venda, se disponíveis, até o intervalo da partida e a expectativa é de mais torcedores no estádio.

Os times reeditarão uma das semifinais da edição anterior. Foram dois empates na oportunidade (0 a 0 na ida e 1 a 1 na volta), com o Alviverde levando a melhor no gol marcado fora de casa e avançando para a decisão.

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Será o terceiro jogo entre ambos na Liberta e o segundo confronto na fase eliminatória do torneio.

Verdão aposta no retrospecto favorável contra o Galo

Ao todo, foram 76 duelos entre os dois times na história. Com 34 vitórias, o Palmeiras tem ampla vantagem contra o Galo, que triunfou em 26 partidas. Além disso, foram 16 empates.

Jogando em São Paulo, a superioridade do Palestra chama a atenção. São 20 vitórias para o lado verde, oito resultados iguais e apenas nove triunfos para os alvinegros.

Já em Belo Horizonte o que predomina é o equilíbrio. O Atlético ganhou 17 jogos e o Verdão 13, além de oito empates.

No confronto, o Alviverde balançou as redes do adversário 99 vezes, enquanto o rival fez 84 gols.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.