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Veja como ficou a hierarquia de narradores da Globo sem Cléber Machado

A Rede Globo demitiu uma série de profissionais recentemente, dentre os quais o narrador Cléber Machado, que tinha 35 anos de casa e era…

Veja como ficou a hierarquia de narradores da Globo sem Cléber Machado

Foto: Reprodução.

A Rede Globo demitiu uma série de profissionais recentemente, dentre os quais o narrador Cléber Machado, que tinha 35 anos de casa e era uma das principais vozes das partidas de futebol da emissora. Com a saída dele, a hierarquia de narradores da TV carioca foi completamente alterada.

Sem Galvão, que saiu após o término da Copa do Mundo do Catar, no fim do ano passado, e Cléber, quem passou a assumir o posto de principal locutor da empresa é Luis Roberto, que comandará as transmissões mais importantes dos times paulistas e cariocas daqui para frente.

Em São Paulo, a segunda voz é Everaldo Marques. No Rio de Janeiro, Gustavo Villani e Renata Silveira vêm logo abaixo de Luis.

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Já no SporTV e no Premiere, com a demissão de Jota Júnior, quem ganha espaço é Rembrandt Júnior, que fazia as coberturas das equipes nordestinas, especialmente as de Pernambuco. Ele se junta a Milton Leite, Luiz Carlos Jr, Daniel Pereira, Odinei Ribeiro, Jader Rocha, Júlio Oliveira, Natália Lara e Rogério Corrêa.

Cléber Machado segue narrando as partidas do Verdão

As décadas de experiência empunhando o microfone e comandando diversas transmissões das mais importantes do futebol brasileiro não permitem que Cléber fique na inatividade.

Logo após deixar a Globo, o narrador assinou com a Record e fez a cobertura das partidas da final do Campeonato Paulista, conquistado pelo Palestra.

Depois da decisão do estadual, o locutor fechou com a Amazon Prime Video para fazer os jogos da Copa do Brasil na plataforma de streaming. E novamente ele encontrou o Alviverde, tendo dado voz a vitória palmeirense sobre o Tombense por 4 a 2, no Allianz Parque, pela terceira fase do torneio.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.