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Trocou o Palmeiras pela Europa e está mofando no banco de reservas

Gustavo Scarpa decidiu trocar o Palmeiras pela Europa no auge da carreira e desde que deixou o clube ainda não conseguiu se firmar nos…

Trocou o Palmeiras pela Europa e está mofando no banco de reservas

Foto: divulgação.

Gustavo Scarpa decidiu trocar o Palmeiras pela Europa no auge da carreira e desde que deixou o clube ainda não conseguiu se firmar nos gramados estrangeiros. Aliás, o meia-atacante tem passado mais tempo no banco de reservas do que em campo.

O jogador embarcou para a Inglaterra em dezembro, mas por razões burocráticas só passou a ficar à disposição do Nottingham Forest em janeiro. Por lá, disputou apenas 10 partidas, não marcou gol ou deu assistência. Foi titular em cinco desses jogos, banco nos restantes e não chegou a ser relacionado por diferentes motivos.

Sem espaço sob o comando do técnico Steve Cooper, foi emprestado para o Olympiacos, da Grécia, que pertence ao mesmo dono do Forest, em meados de agosto. Assim como ocorreu nos campos ingleses, seu começo pela nova equipe não tem sido animador.

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Scarpa realizou seis duelos pelo time grego desde que foi anunciado como novo reforço da agremiação. Nessas partidas, foi titular em duas e entrou no decorrer dos 90 minutos nas outras quatro – em outros dois confrontos sequer deixou o reservado.

Até aqui, o meia também não conseguiu balançar a rede ou passar para algum dos seus companheiros marcar. Fora os minutos jogados, 318 no total, a única estatística que o jogador soma é um cartão amarelo que levou em sua estreia contra o Panserraikos.

Gustavo Scarpa deixou o Palmeiras no auge

Gustavo saiu do Verdão celebrado pela torcida, com muitos pedidos de permanência. Afinal, o ano de 2022 do atleta foi completamente fora da curva até mesmo em comparação com as temporadas anteriores vestindo o manto palestrino.

O meia assumiu um protagonismo que nunca tinha tido anteriormente e foi peça fundamental na conquista do Campeonato Brasileiro. Não por acaso foi eleito o craque da competição, tendo marcado sete gols e concedido 12 assistências.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.