Os 16 participantes restantes do Super Mundial de Clubes receberam uma notícia nada agradável relacionada ao mata-mata. O regulamento da Fifa prevê prorrogação, o que significa que, em caso de empate no tempo regulamentar, os times terão mais tempo de jogo pela frente.
Prorrogação já não é uma coisa que agrada muito os jogadores naturalmente. Com partidas cada vez mais intensas, as equipes chegam no apito final esgotadas e precisam ficar em campo por mais 30 minutos, na maioria das vezes se arrastando. Um cenário que não existe com a disputa de pênaltis de forma direta.
No caso deste Mundial, a prorrogação nos duelos eliminatórios se torna um obstáculo ainda maior para os times devido às altas temperaturas do verão estadunidense. O calor intenso dos jogos do início de tarde, principalmente, tem motivado as críticas de muitos profissionais, especialmente os europeus, que estão pouco acostumados.
De toda maneira, é um fator ao qual todos os participantes estão condicionados e terão de superar se quiserem se manter vivos na briga pelo título. Além dos adversários dentro de campo, precisarão bater o forte calor e o maior desgaste em caso de empate no tempo normal da fase eliminatória do Mundial.
Palmeiras pode ser o primeiro a sofrer no Super Mundial de Clubes
O Verdão corre o risco de ser o primeiro a vivenciar a prorrogação com forte calor na partida contra o Botafogo. Os brasileiros abrem as oitavas de final neste sábado (28), às 13h (de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
O jogo acontece justamente no começo da tarde nos Estados Unidos, que está uma hora atrasado em relação ao horário brasileiro, o pior cenário no que diz respeito às altas temperaturas.



