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Título de Felipe Massa na F1 foi reconhecido pela FIA depois de provas de pontuação

Felipe Massa se aposentou da Fórmula 1 em 2017, como um dos brasileiros mais importantes que já passaram pela categoria do automobilismo mundial. Embora…

Título de Felipe Massa na F1 foi reconhecido pela FIA depois de provas de pontuação

Créditos: Instagram/Felipe Massa

Felipe Massa se aposentou da Fórmula 1 em 2017, como um dos brasileiros mais importantes que já passaram pela categoria do automobilismo mundial. Embora nunca tenha conquistado um título individual, o piloto sagrou-se campeão do campeonato de construtores em duas oportunidades.

Os troféus foram vencidos em 2007 e 2008, anos que marcaram o que pode ter sido o auge de Felipe na F1, correndo pela Ferrari. A escuderia dominou as pistas no que diz respeito ao desempenho coletivo nas duas temporadas. Êxitos que são oficialmente reconhecidos pela FIA, entidade que regula a categoria.

Em 2008, o brasileiro ficou muito perto de conquistar o título mundial de pilotos, porém acabou amargando o segundo lugar. O campeonato daquele ano foi marcado por uma polêmica que rende uma batalha nos bastidores até os dias atuais por parte do profissional, que tenta ser reconhecido como vencedor legítimo. 

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Conhecido como “Crashgate”, o caso envolve um acidente proposital causado para alterar o cenário do GP de Cingapura, que prejudicou Massa e favoreceu Lewis Hamilton na classificação final. O inglês ficou com um ponto a mais e acabou sendo campeão.

Felipe Massa afirma ter sido roubado

Indignado até hoje com o episódio que lhe tirou a taça, Massa não mede palavras quando aborda o assunto. Em recente entrevista ao portal Infobae, ele relembrou o passado e afirmou que foi roubado no Grande Prêmio de Cingapura

“Me roubaram. Foi um campeonato perfeito, que acabou por um ponto em Interlagos. Depois vimos que houve uma corrida manipulada, e o resultado deveria ter sido cancelado. (…) Fui campeão por 38 segundos, mas não foi verdade. Fui campeão para sempre”, disse.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.