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Superou Valdivia no Palmeiras e saiu sem a torcida nem perceber direito

Chileno que superou Jorge Valdivia vestindo a camisa do Palmeiras se despediu do clube sem que a torcida que canta e vibra se desse…

Superou Valdivia no Palmeiras e saiu sem a torcida nem perceber direito

Créditos: Cesar Greco / Fotoarena

Chileno que superou Jorge Valdivia vestindo a camisa do Palmeiras se despediu do clube sem que a torcida que canta e vibra se desse conta. O jogador em questão é o zagueiro Benjamin Kuscevic, que fez história trajando o manto palestrino.

Foram dois anos de casa e poucas partidas disputadas. Mas foi tempo suficiente para o defensor deixar seu nome gravado na existência centenária do Verdão. Com sete títulos conquistados, ele deixou o Mago para trás e se tornou o chileno com o maior número de taças erguidas pela instituição.

Ainda que tenha sido como reserva a maior parte do tempo, Kuscevic esteve presente em parte da era vitoriosa da equipe sob o comando de Abel Ferreira. Ele ganhou duas Copas Libertadores da América, um Brasileirão, uma Copa do Brasil, uma Recopa Sul-Americana, uma Supercopa do Brasil e um Paulista.

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Valdivia, por sua vez, faturou quatro troféus nas duas passagens pelo Palestra: duas Copas do Brasil, um Campeonato Paulista e uma Série B do Brasileirão. Apesar de ter marcado mais, o meia teve quase metade das conquistas do compatriota no Allianz Parque.

Kuscevic não deixou saudades no Palmeiras

O zagueiro saiu do Verde em definitivo em 2023, sendo negociado com o Coritiba. Além de uma quantia em dinheiro, também foi envolvida na transação com a agremiação paranaense uma parte dos direitos econômicos do meia Raphael Veiga.

Um ano depois, o chileno foi emprestado pelo Coxa ao Fortaleza e, posteriormente, adquirido em definitivo pelo Laion. Desde então, defende as cores do Tricolor Cearense.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.