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Seleção Brasileira ganhou nova chance após tomar 7×1 da Alemanha e venceu

Depois do vexame histórico do 7 a 1, a Seleção Brasileira teve a oportunidade de dar o troco na Alemanha e conseguiu. Os países…

Seleção Brasileira ganhou nova chance após tomar 7×1 da Alemanha e venceu

Créditos: Divulgação

Depois do vexame histórico do 7 a 1, a Seleção Brasileira teve a oportunidade de dar o troco na Alemanha e conseguiu. Os países se reencontraram pela primeira vez após a fatídica goleada nas vésperas da Copa do Mundo de 2018, disputada na Rússia.

O amistoso realizado em março daquele ano aconteceu em Berlim. Os donos da casa pouparam vários de seus principais nomes, como Manuel Neuer, Mesut Ozil e Thomas Muller, que sequer ganharam minutos. Pelo lado brasileiro, Neymar, se recuperando de uma cirurgia no pé direito, também não atuou.

O jogo foi amarrado e com poucas chances até Gabriel Jesus marcar o primeiro e único gol do duelo, aos 37 minutos do primeiro tempo. A cria das categorias de base do Palmeiras aproveitou cruzamento de William e, de cabeça, colocou a bola no fundo da rede do goleiro Kevin Trapp.

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O triunfo foi modesto, pelo placar mínimo de 1 a 0. Mas teve um gosto de revanche para a o time canarinho, que quatro anos antes foi atropelado pelos alemães. Além disso, serviu para os comandados de Tite chegarem com moral no Mundial da Rússia.

7 a 1 é o maior vexame da Seleção Brasileira

O fantasma do 7 a 1 jamais será apagado. O placar elástico e o fato de ter acontecido em uma semifinal de Copa do Mundo, jogando em casa, faz do episódio o mais vexaminoso da história futebolística do Brasil. Dificilmente será devolvido.

Para piorar, os torcedores rivais fazem questão de manter viva a goleada na memória coletiva. E não só os alemães. Torcidas de outras nacionalidades também não deixam o atropelo ser apagado e o usam para tirar uma onda com os brasileiros.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.