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São Paulo errou feio e mandou embora o artilheiro do Brasileirão

O São Paulo tinha em mãos o artilheiro do Campeonato Brasileiro. O clube, porém, não soube avaliar o jogador da melhor forma e o…

São Paulo errou feio e mandou embora o artilheiro do Brasileirão

Créditos: Gabriel Ambrós / São Paulo

O São Paulo tinha em mãos o artilheiro do Campeonato Brasileiro. O clube, porém, não soube avaliar o jogador da melhor forma e o dispensou quando estava em suas categorias de base. O atleta em questão é Kaio Jorge, que atualmente brilha no Cruzeiro.

Em entrevista a TV da agremiação mineira, o centroavante de 23 anos de idade contou que ficou duas semanas fazendo teste em Cotia. Apesar do bom desempenho em campo durante o período, KJ acabou sendo mandado embora por conta da parte física.

“Quando eu chego no São Paulo, fico duas semanas fazendo teste. Faço gol de tudo que é jeito: bicicleta, dou chapéu, caneta. Só que na época eu era um pouco franzino, um pouco baixo para a minha idade, e me falaram que eu não tinha altura”, disse Kaio, à TV Cruzeiro.

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O garoto, então, tentou a sorte no Santos. Aprovado no primeiro dia de teste, passou a vestir a camisa do Alvinegro Praiano até a profissionalização. Hoje, é um dos grandes nomes em atividade no futebol nacional e lidera a artilharia do Brasileiro com 15 gols.

São Paulo perdeu mais uma joia na base

Kaio é mais um exemplo de talento que passou pela base são-paulina e acabou não sendo aproveitado. O mesmo aconteceu com Endrick. O clube não topou custear a permanência do menino prodígio que veio a brilhar vestindo a camisa do Palmeiras.

Historicamente um grande revelador e dono de uma das melhores estruturas do país, o time do Morumbi parece ter ficado estacionado no tempo e tem perdido talentos que não costumava deixar escapar anteriormente..

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.