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Santos passa vergonha e não ganha nada faz 7 anos

O Santos vive anos delicados de sua história. Em baixa nas temporadas mais recentes, o clube da Vila Belmiro conquistou o último título em…

Santos passa vergonha e não ganha nada faz 7 anos

Foto: Divulgação.

O Santos vive anos delicados de sua história. Em baixa nas temporadas mais recentes, o clube da Vila Belmiro conquistou o último título em 2016, quando ergueu a taça do Campeonato Paulista após derrotar o Audax, e desde então tem colecionado insucessos, muito também por culpa do Palmeiras.

Depois de perder o Estadual de 2015 para o Peixe, o Verdão passou a castigar o rival de forma impiedosa. De lá para cá, o Alviverde bateu a equipe santista na final da Copa do Brasil de 2015, nos pênaltis, e na decisão da Copa Libertadores de 2020, por 1 a 0, com gol de Breno Lopes.

Sendo assim, o Palmeiras impediu que a equipe de Pelé conquistasse algo relevante nesse período. O último troféu relevante erguido foi o da Liberta de 2011, quando o time de Neymar e companhia bateu o Peñarol na final.

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A freguesia histórica do Palestra sobre o Alvinegro, que já era grande, tornou-se ainda maior considerando o peso dos títulos decididos pelos clubes.

Em 346 confrontos, o Verdão venceu 149, o Peixe 106 e aconteceram 91 empates. Além de 580 bolas na rede para o lado palestrino e 482 para o santista. Nos últimos dez Clássicos da Saudade, foram oito triunfos palmeirenses e dois empates.

Santos tem data para encarar o Palmeiras em 2023

O primeiro clássico entre os rivais no ano que vem será jogado no dia 5 de fevereiro, no Allianz Parque, pela sexta rodada do Campeonato Paulista.

Enquanto o Verdão entrará na competição para defender o título, o rival buscará, ao menos, a classificação para o mata-mata, algo que não conseguiu nas duas últimas temporadas.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.