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Santos ofereceu fortuna por craque do Flamengo e recebeu negativa

Visando se reforçar para a temporada de 2026, o Santos fez uma investida por um dos destaques do time do Flamengo. Contudo, a resposta…

Santos ofereceu fortuna por craque do Flamengo e recebeu negativa

Créditos: Reinaldo Campos/ Santos

Visando se reforçar para a temporada de 2026, o Santos fez uma investida por um dos destaques do time do Flamengo. Contudo, a resposta que o clube alvinegro recebeu do jogador e de seu estafe não foi a que esperava.

Conforme noticiou o jornalista Vagner Frederico, o Alvinegro Praiano apresentou uma proposta a Everton Cebolinha. Como o atacante está em fim de contrato com a equipe carioca e ainda não renovou, a ideia era tentar contratá-lo de graça.

Sem precisar pagar pela transferência, o Peixe estava disposto a oferecer um salário elevado ao camisa 11. Acontece que ele não se animou com a possibilidade de trocar o Maracanã pela Vila Belmiro e não deu a resposta positiva que a direção santista queria.

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Everton tem vínculo com o Rubro-Negro da Gávea até junho de 2026, o que o permite assinar um pré-contrato a partir de janeiro. Além do Santos, outras agremiações do futebol brasileiro demonstraram interesse em tê-lo, como Cruzeiro, Grêmio e Atlético-MG.

Santos tenta melhorar companhias de Neymar

O grande objetivo da diretoria santista nesta janela de transferências é encontrar jogadores de qualidade para fortalecer o plantel. Tudo pensando no entorno de Neymar.

Herói do time na luta contra o rebaixamento, o craque permanecerá no clube por pelo menos mais seis meses e precisará de ajuda em campo para o ano de 2025 não se repetir.

A falta de melhores companhias em termos de nível técnico foi uma das grandes queixas do astro ao longo da jornada que se encerrou em dezembro.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.