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Romário não mede palavras sobre ter dado voadora em adversário

Um dos episódios mais marcantes da carreira de Romário é a briga em que ele se meteu para defender Edmundo. Em entrevista ao Abre…

Romário não mede palavras sobre ter dado voadora em adversário

Créditos: Reprodução - YouTube

Um dos episódios mais marcantes da carreira de Romário é a briga em que ele se meteu para defender Edmundo. Em entrevista ao Abre Aspas, do Globo Esporte, o Baixinho falou a respeito dessa confusão, que acabou saindo de um jeito do que imaginou quando interviu.

“Comprei o barulho dele, daquele otário (risos). O cara veio por trás do Edmundo, largou o braço. A sorte é que não bateu aqui, bateu tipo isso aqui, ó (mostra o punho). De qualquer jeito ele caiu. Aí eu vim, dei-lhe uma voadora, achando que o cara ia cair. O cara…dois metros, pow, foi tipo goiabeira assim, envergou e voltou. Eu falei: “ai, c…” (risos). Aí fui armando para trás e chegou todo mundo (risos)”, relembrou.

A briga histórica aconteceu no jogo da volta entre Flamengo e Vélez Sarsfield, pela semifinal da Supercopa da Libertadores de 1995. O Rubro-Negro Carioca vencia a partida por 3 a 0, em Uberlândia, Minas Gerais, quando o clima esquentou e a confusão começou.

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Edmundo deu um tapa em Zandoná, que revidou com outro tapa e depois acertou um soco por trás do Animal. Imediatamente, o Baixo correu e deu uma voadora no argentino, que se manteve de pé. Logo em seguida, um amontoado de gente se formou.

Romário saiu em defesa do desafeto Edmundo

Na época da briga, os atacantes, além de parceiros de time, também eram amigos e mantinham uma boa relação. Amizade essa que chegou ao fim anos depois, quando ambos se reencontraram no Vasco da Gama, em um estágio diferentes de suas trajetórias.

Em São Januário, os craques entraram em conflito nos bastidores, trocaram provocações publicamente por meio da imprensa e até hoje não se gostam.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.