⌕
★ Geral

Roger Guedes é nomeado para a Seleção Brasileira

Hoje atuando no Catar, Roger Guedes é esquecido quando o assunto é convocação da Seleção Brasileira. Mas, na visão de Artur Jorge, seu comandante…

Roger Guedes é nomeado para a Seleção Brasileira

Créditos: Instagram/Roger Guedes

Hoje atuando no Catar, Roger Guedes é esquecido quando o assunto é convocação da Seleção Brasileira. Mas, na visão de Artur Jorge, seu comandante no Al-Rayyan, o atacante poderia muito bem ser lembrado por Carlo Ancelotti a tempo de disputar a Copa de 2026.

“O Roger Guedes poderia estar perfeitamente numa lista para a Seleção Brasileira“, disse o ex-treinador do Botafogo, em entrevista concedida a TNT Sports.

Antes de embarcar rumo ao chamado “mundo árabe”, Roger vinha se destacando no Corinthians. Identificado com a torcida alvinegra, ele, inclusive, caminhava para se tornar ídolo do clube. No entanto, optou por um caminho de carreira que prioriza a parte financeira em detrimento do lado esportivo.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Jogando em nível de competitividade e visibilidade mais baixos, acaba ficando atrás da concorrência nas convocações do Brasil. Mesmo que siga desempenhando um bom futebol e possua números impressionantes no Rayyan: 61 gols marcados e nove assistências concedidas em 73 jogos.

Roger Guedes esteve na mira do Grêmio

Na última janela de transferências, pintou uma oportunidade para Roger voltar ao futebol brasileiro e, quem sabe, entrar de vez no radar da Seleção. O Grêmio tentou sua contratação junto ao clube catari.

O time gaúcho chegou a fazer proposta, porém esbarrou na recusa do Rayyan em abrir negociações. O jogador é o grande nome da equipe e, por essa razão, sequer passa na cabeça dos catari perdê-lo neste momento.

Vira e mexe, o nome do atacante surge no noticiário do mercado da bola. Mas, a única certeza que se tem por enquanto é que seguirá cumprindo o contrato válido até 2027.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.