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Rivaldo manda recado sobre Estêvão na Seleção Brasileira

Pentacampeão do mundo em 2002, Rivaldo pediu cautela em relação a Estêvão na Seleção Brasileira. O ex-camisa 10 falou a respeito do menino prodígio…

Rivaldo manda recado sobre Estêvão na Seleção Brasileira

Créditos: Instagram/Rivaldo

Pentacampeão do mundo em 2002, Rivaldo pediu cautela em relação a Estêvão na Seleção Brasileira. O ex-camisa 10 falou a respeito do menino prodígio do Palmeiras, que hoje está no Chelsea, da Inglaterra, em entrevista concedida ao Lance!.

Segundo o craque, o garoto de 18 anos vem demonstrando um bom futebol e está em ascensão vestindo a Amarelinha. No entanto, não pode assumir o peso da responsabilidade de conduzir o país em uma Copa tendo outros jogadores para exercer esse papel.

“Acredito que ainda é cedo. Tem outros jogadores que podem ter essa responsabilidade. Ele pode jogar bem e ajudar muito, mas a responsabilidade de protagonismo ainda é para outros jogadores com mais experiência, como Vinícius, Rodrigo e o próprio Neymar, se estiver bem. 

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Tem outros jogadores de mais peso para ter essa liderança e responsabilidade. O Estevão está começando, saiu do Palmeiras, está jogando bem no Chelsea, mas ainda é cedo para assumir esse papel”, disse o melhor do mundo em 1999.

Rivaldo acredita no hexa da Seleção

Para Rivaldo, o selecionado canarinho tem condições de fazer uma boa campanha e conquistar o hexacampeonato em 2026. Ele, inclusive, fez uma comparação com a equipe do penta, que estava desacreditada e acabou batendo campeã em 2002.

“Acredito que o Brasil pode fazer um grande Mundial e conquistar o título, assim como aconteceu em 2002. Muita gente não acreditava no Rivaldo, que estava machucado, no Ronaldo e havia críticas durante as eliminatórias, dúvidas. Caso bem parecido com essa preparação para 2026. E no fim deu certo”, afirmou o craque.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.