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Rendeu fortuna ao Palmeiras e agora virou monstro dos desarmes

Emprestado pelo Palmeiras, o volante Matheus Fernandes vem dando a volta por cima na carreira no Red Bull Bragantino. Depois de não conseguir jogar…

Rendeu fortuna ao Palmeiras e agora virou monstro dos desarmes

Foto: Divulgação.

Emprestado pelo Palmeiras, o volante Matheus Fernandes vem dando a volta por cima na carreira no Red Bull Bragantino. Depois de não conseguir jogar no Verdão e ser cedido diversas vezes, o meio-campista de 24 anos terminou a primeira fase do Campeonato Paulista como líder de desarmes.

De acordo com levantamento realizado pelo ge, o jogador teve 45 desarmes nas onze partidas que disputou pelo Massa Bruta no torneio, uma média de 4,1 roubos por jogo. Ele lidera o ranking do quesito, que tem Zé Mário (Inter de Limeira), com 37, e Juninho Capixaba (Bragantino), com 32, completando o pódio.

“Pra mim, isso é muito importante. Estou buscando uma nova caminhada, um recomeço na minha carreira. Estar em primeiro nesse quesito, que é uma das minhas funções em campo, me deixa feliz. Me dá mais força e vontade de estar trabalhando, saber que estou fazendo as coisas certas”, disse o atleta.

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O volante está emprestado à agremiação de Bragança Paulista  até dezembro deste ano. O clube, no entanto, já sinalizou ao Alviverde que exercerá a opção de compra em definitivo do jogador e desembolsará 1,2 milhões de euros (R$ 6,6 milhões na cotação atual) para tê-lo.

Retorno ao Palmeiras? Matheus Fernandes quer ficar no Braga

Matheus não fechou as portas para um retorno ao Allianz Parque. Contudo, ele deixou claro que está feliz e adaptado no Massa Bruta e pretende permanecer por lá.

“Quero estar onde eu esteja feliz. Me sinto feliz aqui. Não sei o que os clubes pensam. Deixo mais a critério dos clubes. Meu foco é todo aqui até o fim. Se acontecer, estou muito feliz aqui. Estou fluindo, gostando. O que o clube oferece, não tenho que reclamar. Acho que isso é o que importa”, comentou.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.