★ Notícias do Palmeiras

“Reforço de nível Barcelona” custou caro ao Palmeiras e foi um fiasco

Um dos principais nomes do futebol nacional e cogitado como reforço do Barcelona em 2017, o meia-atacante Lucas Lima custará mais de 60 milhões…

“Reforço de nível Barcelona” custou caro ao Palmeiras e foi um fiasco

Foto: Divulgação.

Um dos principais nomes do futebol nacional e cogitado como reforço do Barcelona em 2017, o meia-atacante Lucas Lima custará mais de 60 milhões aos cofres do Palmeiras. O jogador está emprestado e seu vínculo com o clube se encerra no fim deste ano.

Quando assinou com o Verdão, no final de 2017, o jogador começou recebendo R$ 600 mil mensais. Essa quantia foi aumentando de forma progressiva, R$ 50 mil a cada ano até chegar na casa dos R$ 800 mil em 2022.

O acordo também previa uma bonificação de R$ 15 mil por cada jogo disputado, que foram 171, no total. De luvas, mais R$ 15 milhões foram diluídos nos 60 meses de vínculo acertados, o que corresponde a R$ 250 mil mensais.

Publicidade
Vai apostar no próximo jogo do Verdão? Compare as casas licenciadas.
Ver comparativo →

Mesmo emprestado ao Fortaleza desde o fim de 2020, o meia continou causando prejuízo aos bolsos palestrinos, uma vez que 60% dos R$ 1 milhão que passou a receber continuaram a ser pagos pelo clube.

Hoje, Lucas ganha 1,050 milhão de reais e reembolsará mais de R$ 13 milhões até o fim da temporada, o que significa um gasto total de mais de R$ 60 milhões aos cofres alviverdes.

Nível Barcelona passou longe do Allianz Parque

Contratado para ser o cara do meio de campo do Verdão, o meia foi uma decepção total. O que os torcedores palmeirenses viram foram apenas lampejos do excelente meia do Santos que chegou a Seleção Brasileira.

Lucas Lima vestiu o manto palestrino em 171 partidas, marcou apenas 13 gols e deu 22 assistências. Durante a sua trajetória no clube, o atleta teve que conviver com o banco de reservas e as constantes críticas da torcida.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.