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Profissão de jogador que rebaixou o Palmeiras é inacreditável

O Palmeiras passou por um dos capítulos mais tristes de sua história centenária em 2002, quando caiu pela primeira vez para a Série B.…

Profissão de jogador que rebaixou o Palmeiras é inacreditável

Foto: Divulgação.

O Palmeiras passou por um dos capítulos mais tristes de sua história centenária em 2002, quando caiu pela primeira vez para a Série B. O responsável pelo último empurrão do Verdão rumo ao abismo foi o Vitória do meio-campista Élson, que atualmente leva uma vida completamente diferente da badalação que envolve a elite do futebol.

Hoje, aos 41 anos de idade, Élson vive em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo e trabalha em uma cooperativa de transporte público alternativo. Segundo o ex-atleta, em entrevista concedida ao ge, ele chega a trabalhar até 15 horas por dia dirigindo.

Apesar da realidade distinta dos tempos da bola, o meia afirma que não troca por nada o litoral paulistano. “Aqui tem tudo que um ser humano procura. Não tem criminalidade, sinto paz, uma tranquilidade enorme. A gente vivia naquela loucura, com aquele trânsito. Aqui eu fico até o fim dos meus dias”, disse.

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O meio-campista fazia parte daquele time do Rubro-Negro baiano que venceu o Palestra por 4 a 3, no Barradão, na última rodada do Brasileiro de 2002. Com o resultado, o Alviverde caiu para a segunda divisão pela primeira vez em sua história.

Palmeiras foi rebaixado por um torcedor

O detalhe dessa história é que Élson é palmeirense. Uma prova disso é que o jogador buscou se redimir no ano seguinte, se transferindo para o clube e ajudando na conquista do acesso à Série A.

Para completar, ele foi além em 2007, sendo um dos responsáveis por rebaixar o Corinthians. Na época, atuava pelo Goiás e fez gols decisivos que contribuíram para a queda da equipe do Parque São Jorge.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.