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Presidente da CBF abre o jogo sobre Ancelotti deixar a Seleção após caso de xenofobia

O presidente da CBF, Samir Xaud, se pronunciou a respeito das declarações de Oswaldo de Oliveira e Emerson Leão em relação a Carlo Ancelotti.…

Presidente da CBF abre o jogo sobre Ancelotti deixar a Seleção após caso de xenofobia

Créditos: @rafaelribeirorio l CBF

O presidente da CBF, Samir Xaud, se pronunciou a respeito das declarações de Oswaldo de Oliveira e Emerson Leão em relação a Carlo Ancelotti. As falas geraram grande repercussão e colocaram em pauta até mesmo uma possível saída do treinador italiano do comando da Seleção Brasileira.

Apesar da repercussão negativa do caso, o mandatário canarinho garante que Carletto reagiu bem, se manteve tranquilo e que o episódio não irá atrapalhar em nada a sequência do trabalho. De toda maneira, Xaud afirmou que a entidade máxima do futebol nacional não irá deixar passar em branco qualquer tipo de xenofobia.

“Conversei com ele. (Ele) está tranquilo, se manteve tranquilo, não afetou em nada o Ancelotti. O que eu quero deixar claro aqui é que a gente não vai permitir qualquer tipo de xenofobia, discriminação por conta de nacionalidade. 

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A gente vê o profissional pela competência dele. Então a CBF está tranquila em relação a isso, o Ancelotti está tranquilo. Isso não vai atrapalhar nada”, declarou Xaud, em entrevista concedida na sede da CBF, no Rio de Janeiro.

CBF quer Ancelotti por mais tempo

No entendimento da federação, Carletto é o nome certo para conduzir o time verde e amarelo. Por essa razão, a ideia é oferecer a ele uma proposta de renovação antes mesmo da disputa da Copa do Mundo de 2026.

A cúpula da Amarelinha quer o italiano iniciando o ciclo do próximo Mundial à frente do banco de reservas, dando continuidade ao projeto iniciado em maio de 2025.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.