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Pegou 8h de avião para quebrar recorde pelo Palmeiras

Jogador do Palmeiras encarou uma viagem de 8 horas, entrou em campo duas vezes em um dia e quebrou recorde. Esse foi o esforço…

Pegou 8h de avião para quebrar recorde pelo Palmeiras

Foto: Divulgação.

Jogador do Palmeiras encarou uma viagem de 8 horas, entrou em campo duas vezes em um dia e quebrou recorde. Esse foi o esforço que Flaco López fez para atuar pela Seleção Argentina e pelo Palmeiras em menos de 24 horas e alcançar marca pessoal.

Flaco representou a Argentina na terça-feira (14). O atacante palestrino estreou vestindo a camisa albiceleste em grande estilo, dando uma assistência. Logo em seguida embarcou dos Estados Unidos rumo a São Paulo visando chegar a tempo de ser relacionado para o jogo do Verdão contra o Bragantino.

Depois de oito horas de voo e tendo o aval dos profissionais do clube, foi autorizado a começar o duelo no banco de reservas do Allianz Parque. Acionado no decorrer da partida, marcou um dos gols da goleada palmeirense por 5 a 1 sobre o adversário paulista.

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Com o tento anotado, o camisa 42 chegou a 23 bolas na rede nesta temporada, superando as 22 que havia guardado na casinha em 2024. É a melhor marca de sua carreira. Artilheiro do time no ano, ele ainda soma cinco assistências em 52 jogos disputados.

Flaco López destacou reforço do Palmeiras

Em declaração ao canal oficial da SEP, o argentino destacou o esforço feito pelo Verde para buscá-lo e tê-lo à disposição para o jogo do Brasileirão. Segundo Flaco, são detalhes como esse que mostram a grandeza do clube como instituição.

“O esforço que o Palmeiras fez para a gente chegar para esse jogo foi absurdo. Isso fala da grandeza que o clube representa. A gente voltou com outros companheiros da seleção que iam para a Inglaterra, e eles ficaram muito surpresos quando viram que a gente ia voltar também de voo fretado direto para o jogo”, disse López.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.