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Paredão alviverde vai para Seleção satisfeito com poder de fogo da equipe

Um dos pilares do sistema defensivo do Palmeiras, Weverton foi convocado para defender a Seleção Brasileira nos amistosos contra Gana e Tunísia. Antes de…

Um dos pilares do sistema defensivo do Palmeiras, Weverton foi convocado para defender a Seleção Brasileira nos amistosos contra Gana e Tunísia. Antes de defender a amarelinha em mais uma oportunidade, o goleiro falou sobre o poder ofensivo do Verdão, que, com 44 gols, possui o melhor ataque do Brasileirão.

“É martelar porque uma hora a bola vai entrar. Podemos ter mais tranquilidade na frente, na hora de concluir a jogada, mas o importante é estar criando. Uma hora a bola vai entrar, como entrou contra o Santos”, disse o arqueiro.

O paredão alviverde destacou também o incentivo da torcida para colocar a bola na rede no clássico contra o Santos, no último fim de semana, quando o time passou a jogar com um a menos depois da expulsão de Danilo.

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“A torcida começou a gritar e trouxe ainda mais força ao elenco. E passamos a criar mais oportunidades de gol. Demos um pouco a mais e conseguimos vencer, o que deixou todo muito satisfeito”, contou.

Weverton terá de correr no retorno da Seleção

Terceira opção da equipe de Tite para a posição, o goleiro deve ficar no banco em ambos os amistosos, que irão acontecer nos dias 23 e 27, respectivamente. A tendência é que Alison, o titular, atue nas partidas.

Desta forma, o camisa 21 deve sair rapidamente de Paris, onde o Brasil enfrenta a Tunísia, para estar apto para jogar no dia 28, contra o Atlético-MG, em Belo Horizonte.

O Verdão encara o Galo no Mineirão, às 21h45, em partida válida pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Será mais uma das “finais” dos comandados de Abel rumo ao 11º título do clube na competição.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.