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Palmeiras venceu um “Mundial de Clubes” em 1996

O Palmeiras ganhou um torneio semelhante ao Mundial de Clubes no ano de 1996, mas de caráter amistoso e de pré-temporada. Trata-se da Copa…

Palmeiras venceu um “Mundial de Clubes” em 1996

Foto: Divulgação.

O Palmeiras ganhou um torneio semelhante ao Mundial de Clubes no ano de 1996, mas de caráter amistoso e de pré-temporada. Trata-se da Copa Euro-América, que contava com agremiações brasileiras, alemãs e paraguaias.

A edição de 96 da Euro-América foi a segunda a ser realizada. Além do Verdão, Flamengo e Borussia Dortmund, da Alemanha, participaram. Os times se enfrentaram em um triangular, que teve o estádio Castelão, em Fortaleza, no Ceará, como sede única.

O Alviverde não teve piedade dos alemães, então campeões nacionais e futuros vencedores da Liga dos Campeões da Europa. A equipe histórica que estava sendo montada por Vanderlei Luxemburgo para ganhar o Paulistão aplicou um sonoro 6 a 1 nos germânicos, com gols de Rivaldo (três), Luizão, Cafu e Elivélton.

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Por conta da goleada acachapante, o Palestra entrou em campo contra o Fla precisando apenas de um empate. E ele veio: 1 a 1, com tentos de Romário para o Rubro-Negro e Rivaldo mais uma vez para o Verde. Com isso, a SEP ficou com a taça do torneio amistoso.

O Palmeiras também conquistou a primeira edição do certame, em 1991, que teve Corinthians, Stuttgart e Hamburgo. Já em 1999 o São Paulo ficou com a taça na disputa que envolvia Olímpia e Bayer Leverkusen.

Palmeiras fez história em 1996

Naquele ano, o Verdão montou uma verdadeira seleção. Velloso, Cafú, Rincón, Amaral, Rivaldo, Djalminha, Muller e Luizão eram algumas das estrelas comandadas por Luxemburgo.

Conhecido como ataque dos 100 gols, o time teve mais de 90% de aproveitamento ao longo da disputa do Paulistão e faturou o caneco com 27 vitórias, dois empates e apenas uma derrota.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.