O Palmeiras deixou Quito, no Equador, com uma missão complicada na CONMEBOL Libertadores. Para seguir vivo na competição e manter o sonho do tetracampeonato, o time precisa vencer a LDU por quatro ou mais gols de diferença no jogo de volta. Uma tarefa que exige foco e superação.
Sob o comando de Abel Ferreira, que completará cinco anos no clube na próxima quinta-feira (30) — justamente o dia da partida decisiva —, o Verdão já mostrou várias vezes que é capaz de reagir em momentos difíceis. A torcida, portanto, mantém a esperança em uma virada histórica.
Mas a missão não será fácil. Desde que a Libertadores passou a ter semifinais, em 1988, nenhuma equipe conseguiu reverter um placar de 3 a 0 sofrido no jogo de ida. O desafio é inédito, e o Palmeiras precisará escrever um novo capítulo na história do torneio.
Para chegar à final, o time paulista precisa vencer por quatro gols de diferença. Se o placar for 3 a 0, a disputa vai para os pênaltis. Qualquer outro resultado elimina o Verdão da competição e encerra o sonho do quarto título continental.
Histórico pesa, mas confiança segue alta
Em toda a história da Libertadores, dez equipes venceram a primeira partida de uma semifinal por três ou mais gols de diferença. Nenhuma delas deixou escapar a vaga. Mesmo quando perderam o jogo de volta, garantiram a classificação para a decisão.
O próprio Palmeiras já esteve do outro lado dessa situação. Em 2020, o time venceu o River Plate por 3 a 0 na Argentina, perdeu o segundo jogo por 2 a 0 e ainda assim avançou à final. Agora, o desafio é fazer o caminho inverso.
Com a força da torcida, o talento do elenco e a liderança de Abel Ferreira, o Palmeiras entra em campo na próxima quinta com um único objetivo: desafiar as estatísticas e manter viva a esperança de mais uma conquista continental.



