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Palmeiras se manifesta sobre negociar Endrick com o Arsenal

Principal joia do Palmeiras, o atacante Endrick foi apontado pelo ex-jogador e ídolo do Arsenal, Gilberto Silva, como possível reforço do clube inglês. Contudo,…

Principal joia do Palmeiras, o atacante Endrick foi apontado pelo ex-jogador e ídolo do Arsenal, Gilberto Silva, como possível reforço do clube inglês. Contudo, a diretoria alviverde não recebeu nenhum contato dos ‘Gunners’ a respeito de uma potencial negociação.

De acordo com o ‘R7’, o time londrino em momento algum procurou o Verdão para saber mais informações a respeito do jovem atleta de 16 anos, o que descarta qualquer possibilidade de haver negociação no momento.

Em entrevista para o jornal ‘Metro’, Gilberto, pentacampeão do mundo com a Seleção Brasileira em 2022, disse que o Arsenal poderia usar da conexão do dirigente Edu Gaspar com o futebol brasileiro para levar o garoto para o Emirates Stadium.

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Na opinião do ex-meio-campista, o clube seria um bom destino para o promissor atacante, pois faz parte da filosofia da instituição trabalhar com a lapidação de jovens talentos.

“Vamos ver, se o Arsenal em algum momento conseguir trazer [Endrick], vão contratar um jogador muito bom”, declarou Gilberto Silva.

Para tirar Endrick do Palmeiras será necessário alto valor

Principal prospecto do futebol nacional e um dos talentos mais cobiçados do mundo da bola,  a Cria da Academia está na mira de clubes como Real Madrid, Barcelona, Chelsea, Paris Saint-Germain, entre outros.

No entanto, para contratar a joia palestrina, os europeu precisarão desembolsar uma quantia na casa dos 60 milhões de euros (pouco mais de R$ 309 milhões), valor da multa contratual do atleta.

A joia palestrina tem contrato até 2025, ano em que completará 18 anos, e até lá não poderá deixar o Alviverde por mais que haja um acordo prévio para a sua saída.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.