Palmeiras não brinca em serviço e quer mudar lei que torna os jogadores intocáveis

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O Palmeiras se posicionou a favor das mudanças na Lei Geral dos Esportes. Na tarde desta quarta-feira (6), o texto da conhecida Lei Pelé foi aprovado por meio do projeto de lei número 1153/2019, do deputado Felipe Carreira (PSB-PE), e irá para o Senado para aprovação.

A nova Lei Geral dos Esportes tem por objetivo modernizar algumas questões da Lei Pelé, vigente desde 1998. Entre os parâmetros discutidos estão modificações no valor da rescisão a ser pago pelo clube ao jogador; alteração no valor assegurado no uso de imagem dos atletas e regulamentação de profissões ligadas às práticas esportivas, além de mudanças nas infraestruturas dos times.

De acordo com as normas atuais da lei, as equipes ficam reféns dos jogadores em alguns pontos. Por exemplo, se um atleta faz um contrato longo de três ou quatro anos e rescinde o acordo no primeiro ano, o clube precisa pagá-lo pelos anos restantes do vínculo.

Com a mudança do texto, os clubes não precisarão arcar com esses valores assim que o contrato for dado como encerrado.

Entre os jogadores, no entanto, a modificação na Lei Pelé não agrada. Uma demonstração disso pôde ser vista no Ceará, que externou o apoio à nova lei, nas redes sociais, enquanto os atletas da equipe se posicionaram contrários nos comentários da publicação.

Palmeiras se posicionou favorável à mudança

“A Sociedade Esportiva Palmeiras apoia o aperfeiçoamento e a modernização na Legislação Desportiva Nacional, por meio da relatoria do Deputado Felipe Carreras do projeto de lei 1153/2019”, publicou o Verdão.

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