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Palmeiras dá mole e pode tomar chapéu de time inusitado por Tabata

O Palmeiras negocia a contratação do meia-atacante Bruno Tabata, do Sporting, de Portugal. Após ter a primeira proposta recusada, a diretoria alviverde ainda não…

O Palmeiras negocia a contratação do meia-atacante Bruno Tabata, do Sporting, de Portugal. Após ter a primeira proposta recusada, a diretoria alviverde ainda não apresentou uma contraoferta e pode acabar perdendo o jogador para o Sharjah FC, dos Emirados Árabes Unidos.

De acordo com o jornalista Pedro Sepúlveda, o clube árabe formalizou uma proposta no valor de 5 milhões de euros (pouco mais de R$ 26,3 milhões) e contrato de três temporadas para tirar o brasileiro de 25 do Sporting. O time lusitano estaria aguardando somente um sinal positivo do atleta para fechar negócio.

O Sharjah fez o que o ex-time de Abel Ferreira deseja para liberar o meia, o pagamento dos 5 milhões de euros de forma direta. 

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A primeira oferta que o Verdão fez à equipe lisboeta foi de 3 milhões de euros (R$ 16,2 milhões), mais 2 milhões de euros (R$ 10,8 milhões) em metas. 

Após receber a recusa, a direção palestrina não apresentou uma contraproposta. Uma segunda proposta estaria sendo preparada: 4 milhões de euros (R$ 21,6 milhões), a serem pagos de forma parcelada, mais 1 milhão de euros (R$ 5,4 milhões) em metas.

Palmeiras pode perder reforço para o meio de campo

Jogador versátil, Tabata pode atuar tanto nas pontas quanto mais centralizado. Canhoto, habilidoso, bom passador e cobrador de bola parada, o meia tem o aval de Abel Ferreira e da comissão técnica.

Ele seria uma peça de reposição à saída de Gustavo Scarpa – que deixará o clube no fim da temporada rumo ao Nottingham Forest, da Inglaterra -, e também uma alternativa para os lados do ataque.

Caso “perca” o jogador, o Verdão precisará continuar buscando um nome no mercado para a posição.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.