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Palmeiras pode contratar novo super prodígio do Flamengo por uma bagatela

O Palmeiras  pode contratar a nova sensação do Flamengo sem precisar gastar muito dinheiro para isso. Cria das categorias de base rubro-negras, o garoto…

Palmeiras pode contratar novo super prodígio do Flamengo por uma bagatela

Créditos: Victor Baetas/CRF

O Palmeiras  pode contratar a nova sensação do Flamengo sem precisar gastar muito dinheiro para isso. Cria das categorias de base rubro-negras, o garoto Wallace Yan, que tem se destacado no Super Mundial, tem uma multa rescisória baixa para o mercado nacional.

Visando o assédio de fora sobre o atacante de 20 anos de idade, o clube carioca colocou em contrato uma multa de 40 milhões de euros (R$ 254 milhões, na cotação atual) para o exterior. Mas a cláusula rescisória para o mercado interno é de “apenas” R$ 33 milhões.

Valor que pode ser pago com certa tranquilidade pelo Palestra e até mesmo por outras agremiações brasileiras. No entanto, essa é uma movimentação que dificilmente será feita por alguma equipe daqui. Existe uma espécie de pacto entre os times em casos como esses, que podem gerar um atrito institucional.

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Foram raras as vezes que algo do tipo foi feito no Brasil. Um caso famoso é o de Vitor Roque, que trocou o Cruzeiro pelo Athletico mediante o pagamento da multa por parte do clube paranaense. A transferência causou polêmica e foi parar na Justiça.

Cria do Flamengo se destaca no Mundial

Wallace Yan é uma grata surpresa para os flamenguistas na disputa da Copa do Mundo de Clubes. Além do bom desempenho do time de Filipe Luís, o garoto surgiu durante o torneio nos Estados Unidos e tem chamado a atenção dos rubro-negros.

O atacante tem dois gols marcados na competição. Um na vitória por 3 a 1 contra o Chelsea e outro no empate em 1 a 1 com o Los Angeles FC.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.