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Palmeiras perde estádio e Leila Pereira lamenta

O Palmeiras está impedido de usar estádio até segunda ordem. Isso porque a Federação Paulista de Futebol (FPF) interditou a Arena Barueri, que vem…

Palmeiras perde estádio e Leila Pereira lamenta

Créditos: Fabio Menotti/Palmeiras

O Palmeiras está impedido de usar estádio até segunda ordem. Isso porque a Federação Paulista de Futebol (FPF) interditou a Arena Barueri, que vem sendo a segunda casa do Verdão, por assim dizer, quando o Allianz Parque não está disponível.

Em seu site oficial, o órgão comunicou que o estádio está vetado para receber partidas em razão de “reformas e impossibilidade de realização de jogos com público”. O documento publicado pela entidade é assinado por Marina Tranchitella, diretora de Segurança, Infraestrutura e VAR.

O veto, porém, só vale para os torneios organizados pela FPF. De toda maneira, o Palestra entende, de forma extraoficial, que a decisão é uma espécie de represália ao fato da presidente Leila Pereira não ter se juntado aos outros clubes em apoio a candidatura de Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da federação estadual, na CBF.

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Uma das empresas de Leila adquiriu a concessão da Arena Barueri justamente para que a equipe alviverde tivesse onde jogar diante da indisponibilidade do Allianz. No dia 11 de maio, por exemplo, o Choque-Rei, com mando palmeirense, foi realizado no local.

Palmeiras entra em campo logo mais

Bastidores a parte, o Verde entra em campo na noite desta quinta-feira (22), às 19h30 (de Brasília), para enfrentar o Ceará. O jogo de logo mais, no Allianz, é válido pela partida de volta da terceira fase da Copa do Brasil.

Com a vitória por 1 a 0 na ida, os comandados do técnico Abel Ferreira jogam pelo empate para garantir a classificação às oitavas de final do torneio estadual.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.