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Palmeiras não teve piedade e ganhou de campeão europeu por 7×0

O Palmeiras tem em sua história grandes vitórias sobre adversários emblemáticos e de partes diferentes do mundo. Uma delas foi uma goleada acachapante diante…

Palmeiras não teve piedade e ganhou de campeão europeu por 7×0

Foto: Divulgação.

O Palmeiras tem em sua história grandes vitórias sobre adversários emblemáticos e de partes diferentes do mundo. Uma delas foi uma goleada acachapante diante do Steaua Bucareste, da Romenia, campeão da Liga dos Campeões da Europa na temporada 1985/86.

As equipes se enfrentaram em amistoso realizado em 1972. A Segunda Academia do Verdão não tomou conhecimento dos romenos e aplicou um sonoro 7 a 0, com gols de Leivinha (duas vezes), César Maluco, Nei e Fedato (duas vezes) – Smarandache ainda fez contra para completar a goleada.

O lendário time alviverde que desfilou no gramado do antigo Parque Antárctica teve: Leão, Zeca, Luís Pereira, Polaco e Celso; Dudu e Ademir da Guia; Edu, Leivinha, César e Nei. No comando dos onze iniciais estava ninguém menos do que Oswaldo Brandão.

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O Steaua é o maior expoente do futebol romeno, sendo o recordista de títulos da liga, da copa, da copa da liga e da supercopa do país. Mais de uma década depois do amistoso com o Alviverde, na temporada 1985/86, o clube conquistaria a taça mais importante de sua história, da Champions League, em cima do Barcelona.

1972 entrou para a história do Palmeiras

A temporada de 72 ficou marcada pela primeira vez que Brandão mandou a campo os onze titulares que entrariam para a história do clube como a Segunda Academia: Leão; Eurico, Luís Pereira, Alfredo e Zeca; Dudu e Ademir da Guia; Edu, Leivinha, César e Nei.

Esse esquadrão conquistou os títulos do Campeonato Paulista e do Campeonato Brasileiro. No ano, a equipe disputou 81 jogos, sendo 50 vitórias, 26 empates e somente cinco derrotas, além de 141 gols feitos e 44 sofridos.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.