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Palmeiras não brincou em serviço e “tirou” R$ 356,7 milhões do Grêmio

O Palmeiras tirou, por assim dizer, vários milhões de reais do Grêmio. Isso porque ambos estavam na corrida pela contratação de uma das maiores…

Palmeiras não brincou em serviço e “tirou” R$ 356,7 milhões do Grêmio

Créditos: Divulgação/Grêmio

O Palmeiras tirou, por assim dizer, vários milhões de reais do Grêmio. Isso porque ambos estavam na corrida pela contratação de uma das maiores joias do futebol brasileiro e mundial e o Verdão acabou levando a melhor em relação ao adversário gaúcho.

O páreo em questão era por Estêvão. Quando estava de saída do Cruzeiro, o garoto interessava a várias agremiações do cenário nacional. Além das diretorias palmeirense e gremista, as de Flamengo e Atlético-MG também desejavam contar com o talento de “Messinho”, como era conhecido na época.

De acordo com o ‘ge’, o Tricolor chegou a sondar a situação do meia-atacante, mas esbarrou nas altas cifras necessárias para contratá-lo. O dinheiro pago pela Raposa já era elevado e o Palestra colocou na mesa dele e de seu estafe cifras ainda mais significativas, o que fez os gaúchos desistirem de qualquer avanço.

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Em 2021, sem ninguém pelo caminho, o Maior Campeão do Brasil assinou um contrato de formação com o menino prodígio. Como se sabe, o jovem foi lapidado na Academia de Futebol, despontou no profissional e atualmente brilha no início de trajetória pelo Chelsea.

Palmeiras “tirou” R$ 356,7 milhões do Grêmio

Em meados de 2024, o Verde acertou a venda de Estêvão para os Blues por 61,5 milhões de euros (R$ 356,7 milhões, na cotação da época). São 45 milhões de euros fixos e mais 16,5 milhões de euros em metas.

Trata-se da maior venda do futebol brasileiro. Uma grana que o time alviverde embolsou e, consequentemente, acabou tirando dos cofres da concorrência nacional.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.