Palmeiras não brincou em serviço e conseguiu R$ 1,2 bilhão para gastar
Dinheiro não é o problema no Palmeiras. Na noite da última terça-feira (25), o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do clube aprovou as contas de 2024, ano de maior receita da história. O Verdão bateu nada menos que R$ 1,207 bilhão de arrecadação.
A meta orçamentária da temporada passada era de R$ 820,6 milhões. Como de praxe, a projeção é feita de uma forma conservadora, com o objetivo de evitar frustrações relacionadas aos números. Foram quase R$ 400 milhões a mais que o projetado.
O Palestra superou os objetivos em quase todos os setores, de publicidade e patrocínio a vendas de jogadores. Outro dado importante está relacionado ao superávit registrado: R$ 198,1 milhões. Valor bem superior aos R$ 17,8 milhões orçados.
Nunca antes o clube havia alcançado cifras tão expressivas. E a expectativa é de que o ano de 2025 seja ainda melhor financeiramente do que o mais novo recorde alviverde.
Com grana, Palmeiras vai ao mercado
Uma maior arrecadação significa um maior poder de investimento. Isso permite com que o Verde vá ao mercado da bola e faça contratações caras, como as de Paulinho e Facundo Torres, por exemplo, que, juntos, custaram quase R$ 200 milhões.
O clube segue de olho no mercado da bola e novas peças devem ser adquiridas até o fim da janela, na sexta-feira (28). O volante Lucas Evangelista é uma delas. E ainda está em andamento a negociação por Vitor Roque junto ao Barcelona.
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