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Palmeiras não brinca em serviço e supera a venda de Endrick

O Palmeiras bateu o martelo e concretizou a maior venda da história do futebol sul-americano para o europeu. Segundo informação do jornalista César Luis…

Palmeiras não brinca em serviço e supera a venda de Endrick

O Palmeiras bateu o martelo e concretizou a maior venda da história do futebol sul-americano para o europeu. Segundo informação do jornalista César Luis Merlo, especialista em mercado da bola no continente, trata-se da ida de Estevão para o Chelsea, firmada no último fim de semana.

De acordo com Merlo, o Verdão chegou a um acerto com os Blues para o pagamento de nada mais, nada menos do que 65 milhões de euros (R$ 361,4 milhões) fixos, ou seja, sem bonificações incluídas. Essa grana faz do neǵocio o maior já feito entre América do Sul e Europa.

“Estevão Willian chegou a acordo para jogar no Chelsea: o clube inglês enviou a sua última oferta de 65 milhões de euros garantidos e sem objetivos, que foi aceita pelo Palmeiras. Será a venda mais cara da história da América para a Europa. Ele chegará em meados de 2025”, disse o jornalista.

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Se confirmada, essa grana supera os 60 milhões de euros (R$ 333 milhões) da venda de Endrick para o Real Madrid, entre parte fixa e variável. A transação ainda incluiu mais 12 milhões de euros, mas que estão relacionados a impostos do governo espanhol.

Palmeiras ficará com maior parte da venda de Estevão

O Verde é dono de 70% dos direitos econômicos do meia-atacante de 17 anos de idade, formado em suas categorias de base. Sendo assim, ficará com a maior parte do dinheiro envolvido na transferência do menino prodígio para os Blues.

Como ainda é menor, a Cria da Academia só poderá se transferir em definitivo a partir de abril de 2025, quando completar a maioridade. Desta forma, até lá o camisa 41 irá compor o elenco do técnico Abel Ferreira e seguirá fazendo brilhar os olhos da torcida que canta e vibra.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.