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Palmeiras bola estratégia para lucrar milhões com venda de jogadores da base

O Palmeiras está modificando os elencos das categorias de base, principalmente os times sub-17 e sub-20. Nas últimas semanas, alguns atletas chegaram, enquanto outros…

Palmeiras bola estratégia para lucrar milhões com venda de jogadores da base

Palmeiras tem estratégia para vender joias da base. Foto: Fabio Menotti.

O Palmeiras está modificando os elencos das categorias de base, principalmente os times sub-17 e sub-20. Nas últimas semanas, alguns atletas chegaram, enquanto outros deixaram o clube. Esses, que estão saindo, no entanto, podem permanecer ligados ao Verdão.

O objetivo da direção alviverde é manter parte dos direitos econômicos de revelações que estão sendo negociadas para que, futuramente, o clube tenha retorno financeiro com possíveis vendas.

Foi o caso, por exemplo, do zagueiro Ruan Santos, de 19 anos, negociado com o Cruzeiro. Ao liberá-lo para o time mineiro, o Palestra cedeu 60% dos direitos econômicos e ficou com 30% – os outros 10% pertencem ao jogador.

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A multa rescisória de Ruan foi estabelecida em 60 milhões de euros, valor que na cotação atual equivale a aproximadamente R$ 312 milhões.

Não faz muito tempo também que o Palmeiras recebeu R$ 20,2 milhões pelos 7% dos direitos que possuia de Gabriel Jesus, vendido pelo Manchester City ao Arsenal.

Palmeiras precisa vender jogadores

Em entrevista recente, a presidente Leila Pereira revelou que o Verdão precisou antecipar valores de patrocínio por conta do problema no fluxo de caixa. Por essa razão, será preciso fazer dinheiro para repor. 

E uma das maneiras de fazer dinheiro é com a venda de atletas. Mas, nenhuma peça importante será negociada para fazer caixa.

“Eu preciso repor, e como repor? Novos investimentos com patrocinador, com premiação por conquistas de títulos e venda de atletas. Trabalhamos nestas frentes, levando em conta que não negocio nossa espinha dorsal”, afirmou a mandatária ao ‘ge’.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.