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Palmeiras erra feio e pode acabar sendo humilhado

Entra ano e sai ano e o Palmeiras sabe que não terá o Allianz Parque à disposição para alguns jogos. Faz parte do acordo…

Palmeiras erra feio e pode acabar sendo humilhado

Foto: Cesar Greco.

Entra ano e sai ano e o Palmeiras sabe que não terá o Allianz Parque à disposição para alguns jogos. Faz parte do acordo entre o clube e os administradores do estádio. Será o caso, por exemplo, do clássico com o Santos, no dia 4 de fevereiro. O detalhe é o local da partida que poderá ser escolhido pelo Verdão.

Segundo o Lance!, os dirigentes alviverdes iniciaram conversas com o São Paulo para alugar o Morumbi. As tratativas começaram no último domingo (22), quando as equipes se enfrentaram pela terceira rodada do Campeonato Paulista.

A direção são-paulina não se opõe à possibilidade, mas quer impor algumas condições. Uma delas seria o fechamento de alguns setores do estádio, deixando somente as arquibancadas para os palestrinos usarem.

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Da parte do Palestra, os “poréns” parecem não ser de grande incômodo e todos estariam dispostos a jogar no Cícero Pompeu de Toledo. 

O martelo será batido caso as partes entrem em consenso, obviamente, mas também se o Alviverde não encontrar outra alternativa – afinal, utilizar a casa de um dos maiores rivais não parece o melhor dos cenários.

Palmeiras estuda outros locais

Primeiramente, o estádio que havia sido cogitado para receber o Clássico da Saudade foi o Canindé. Contudo, o acordo feito pelo Peixe com a Portuguesa para utilizar o campo durante as reformas da Vila Belmiro acabou minando a possibilidade.

Uma outra opção seria a Arena Barueri, local que já foi escolhido pelo Verdão em oportunidades anteriores. No entanto, a logística e o gramado do estádio não agradam inteiramente Abel Ferreira e sua comissão técnica.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.