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Palmeiras entra na parada e obriga o Santos abrir mão de bolada milionária

Os dois gols marcados contra o Palmeiras no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista fizeram o Santos ir atrás do centroavante Bruno Mezenga,…

Palmeiras entra na parada e obriga o Santos abrir mão de bolada milionária

Foto: Thiago Ferri

Os dois gols marcados contra o Palmeiras no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista fizeram o Santos ir atrás do centroavante Bruno Mezenga, do Água Santa. Diante do bom desempenho do jogador contra o Verdão, o Peixe resolveu atravessar a negociação com o Coritiba e pagará R$ 1,5 milhão para tê-lo até o final do ano.

O clube da Vila Belmiro vai pagar a Mezenga um salário de R$ 150 mil até dezembro deste ano – depois, ele retorna a Diadema para disputar o Paulistão de 2024. Ou seja, somando os meses de contrato, o Alvinegro Praiano vai desembolsar um total de R$ 1,5 milhão.

O atacante tinha tudo acertado com o Coritiba para jogar na capital paranaense até o término da temporada com vencimentos na casa dos R$ 100 mil. Os planos do Coxa, contudo, foram frustrados pelo time da Baixada Santista.

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Anteriormente, Bruno chegou a encaminhar sua ida para o Juventude. No entanto, com a contratação do técnico Pintado, que preferiu um outro atleta para a posição, o negócio acabou não sendo firmado.

O detalhe é que tanto o Peixe quanto o Coxa só manifestaram desejo de contar com o centroavante após os dois tentos anotados diante do Verdão.

Palmeiras precisa reverter prejuízo

Com os gols de Mezenga, o Água Santa saiu na frente na final do Paulista. O 2 a 1 feito na Arena Barueri, no último domingo, dá ao Netuno a vantagem de perder por até um tento no jogo da volta.

O Palestra precisa de dois gols de diferença para conquistar o bicampeonato estadual. As equipes se enfrentam pela partida de volta neste domingo (9), às 16h (de Brasília), no Allianz Parque.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.