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Palmeiras é vítima de ataque perigoso que quase estragou o clube

Na semana passada, o Palmeiras sofreu um ataque cibernético. Segundo informações do jornalista Danilo Lavieri, do Uol, o clube registrou uma ocorrência na polícia…

Palmeiras é vítima de ataque perigoso que quase estragou o clube

Foto: Fabio Menotti.

Na semana passada, o Palmeiras sofreu um ataque cibernético. Segundo informações do jornalista Danilo Lavieri, do Uol, o clube registrou uma ocorrência na polícia para investigar o caso e também apurar se houve prejuízos significativos e possíveis vazamentos de dados.

De acordo com o clube, a tentativa de invasão foi feita em seu diretório administrativo. Como os dados relacionados ao Avanti e ao sistema de biometria facial ficam guardados em servidores externos, não há impacto no programa de sócio-torcedor, pelo menos neste primeiro momento. 

Essa não é a primeira vez que o Alviverde é vítima de ataque de hackers. Em agosto do ano passado, o site de venda de ingressos havia sido tirado do ar após tentativa de invasão.

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Já em 2020, o clube admitiu vazamento de dados de sócios. Na época, a brecha no sistema foi apontada como como falha do Futebolcard, então parceiro da instituição.

A respeito do caso recente, o Palestra não vai se pronunciar. A agremiação aguarda o resultado da apuração e da investigação por parte da polícia para comunicar se providências serão tomadas.

Palmeiras tem compromisso pela Libertadores

Problemas extracampo a parte, o Verdão se prepara para encarar o Bolívar, da Bolívia, na estreia da Copa Libertadores da América. Os times se enfrentam nesta quarta (5), às 21h30 (de Brasília), no estádio Hernando Siles, em La Paz.

Como o jogo antecede a segunda partida da final do Campeonato Paulista, o técnico Abel Ferreira deve mandar a campo uma equipe inteiramente reserva.

Além do Bolívar, o Alviverde tem como adversários no Grupo C da competição mais importante do continente o Barcelona de Guayaquil e o Cerro Porteño.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.