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Palmeiras deixou de trazer o artilheiro do Brasileirão para contratar atleta escanteado

No início da temporada, o Palmeiras teve a oportunidade de contratar Germán Cano, mas não aproveitou. Hoje, defendendo as cores do Fluminense, o centroavante…

No início da temporada, o Palmeiras teve a oportunidade de contratar Germán Cano, mas não aproveitou. Hoje, defendendo as cores do Fluminense, o centroavante argentino de 35 anos é artilheiro isolado do Campeonato Brasileiro com 20 gols, enquanto a aquisição do Verdão para a posição se confirmou uma decepção.

O Alviverde chegou a buscar mais informações a respeito da situação do atacante quando ele havia acertado a sua saída do Vasco da Gama e ficou livre no mercado. No entanto, as conversas não avançaram e uma negociação sequer chegou a acontecer.

Na época, o principal motivo para a diretoria palestrina não prosseguir com as tratativas para trazer o jogador foi porque Rafael Navarro, que tinha sido um destaque com a camisa do Botafogo, já tinha assinado contrato.

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Um dos responsáveis pelo título da Série B do Glorioso em 2021, Navarro era uma aposta do Verdão para esta temporada. Contudo, o centroavante não vingou e virou alvo das críticas constantes dos torcedores.

Em 46 partidas disputadas neste ano, o palmeirense fez menos que a metade dos gols de Cano no Brasileiro, sete. Geralmente ele entra no decorrer dos jogos, mas pouco acrescenta dentro de campo.

Centroavante perdeu espaço no Palmeiras para garoto de 16 anos

Enquanto não consegue jogar, Navarro tem visto o menino Endrick conquistar cada vez mais minutos sob o comando de Abel Ferreira.

O jovem atacante recebeu oportunidades de atuar contra Coritiba, São Paulo, Avaí e Athletico. Diante do Rubro-Negro paranaense, ele fez dois gols e foi fundamental para a virada do Palestra por 3 a 1.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.