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Palmeiras decide mudar o perfil dos reforços para 2026

Colocando em prática o planejamento de 2026, o Palmeiras iniciou a procura por reforços para qualificar o elenco de Abel Ferreira. Desde já, é…

Palmeiras decide mudar o perfil dos reforços para 2026

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

Colocando em prática o planejamento de 2026, o Palmeiras iniciou a procura por reforços para qualificar o elenco de Abel Ferreira. Desde já, é possível notar uma mudança no perfil de jogadores que o clube tem buscado no mercado da bola.

Diferentemente de outras janelas, em que deu preferência por atletas mais novos e com potencial de revenda, o Verdão agora olha para nomes mais experientes. A sondagem feita pelo volante Fabinho, do Al-Ittihad, da Arábia Saudita, de 32 anos, é um exemplo disso.

O mesmo se aplica a Jhon Arias, ex-Fluminense, que, aos 28 anos, defende atualmente o Wolverhampton, da Inglaterra. O colombiano é o grande sonho do Palestra. E ainda tem Matheus Pereira, destaque do Cruzeiro, que está com 29 anos de idade.

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Uma clara mudança no perfil de reforços desejados. Recauculação de rota, aliás, que já havia sido indicada por Abel após a derrota na final da Copa Libertadores para o Flamengo, no fim de novembro: “Acho, sinceramente, que hoje a experiência ganhou da irreverência”.

Palmeiras definiu posições para reforçar

Além de estabelecer atletas mais experientes como meta, o Verde também definiu as posições que irá atrás nesta janela de transferências: zagueiro, volante, meia e atacante.

Com exceção do atacante, que deve ser uma peça pensando mais na composição de elenco, os outros nomes devem ter calibre para brigar por titularidade.

São movimentações pensando em lacunas existentes no plantel e também prevendo saídas que podem acontecer na abertura do período de contratações.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.