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Palmeiras decide abrir os cofres e oferece R$ 42,5 milhões

O Palmeiras segue de olho no mercado da bola visando reforçar o sistema ofensivo da equipe. Nas últimas horas, a imprensa turca noticiou que…

Palmeiras decide abrir os cofres e oferece R$ 42,5 milhões

Foto: CESAR GRECO.

O Palmeiras segue de olho no mercado da bola visando reforçar o sistema ofensivo da equipe. Nas últimas horas, a imprensa turca noticiou que o Verdão tem interesse na contratação de Tetê, do Galatasaray. O clube teria feito, inclusive, uma proposta oficial de empréstimo junto à equipe de Istambul.

O Alviverde teria colocado na mesa dos turcos uma oferta de 4,5 milhões de euros (R$ 23,9 milhões) pelo empréstimo do atleta de 23 anos de idade e mais 4 milhões de euros (R$ 21,2 milhões) pela aquisição em definitivo após o término do vínculo. 

Contudo, segundo informação do jornalista Jorge Nicola, um retorno do ex-Grêmio para o futebol brasileiro neste momento é inviável. Em contato com o empresário do atacante, Nicola ouviu que as chances disso acontecer são mínimas diante dos valores que ele recebe atualmente na Europa.

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Tetê embolsa mensalmente uma quantia na casa dos R$ 2 milhões de salário, livre de impostos. Considerando uma volta ao Brasil, esse valor seria ainda maior por conta da tributação. Ou seja, a tendência é ele permanecer por lá caso não continue no Galatasaray.

Palmeiras quer reforçar o sistema ofensivo

Além das três contratações já feitas pelo Palestra, mais outras duas podem acontecer nesta janela de transferências. A pedido da comissão técnica de Abel Ferreira, a diretoria está atrás de um atacante de lado e de um centroavante.

Para o lado, a ideia é repor as saídas de Artur e Kevin. Já o camisa 9 seria uma recomposição planejando a lacuna que será deixada por Endrick, que no meio do ano irá em definitivo para o Real Madrid.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.