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Palmeiras contratou o 2º artilheiro do Brasil por R$ 50 milhões

Em movimento acertado no mercado da bola, o Palmeiras contratou o segundo maior artilheiro do futebol brasileiro por R$ 50 milhões. Trata-se de Flaco…

Palmeiras contratou o 2º artilheiro do Brasil por R$ 50 milhões

Créditos: Divulgação/Palmeiras

Em movimento acertado no mercado da bola, o Palmeiras contratou o segundo maior artilheiro do futebol brasileiro por R$ 50 milhões. Trata-se de Flaco López, que assumiu a vice-artilharia do ranking de goleadores da Série A do Brasileirão em 2025.

Com os dois gols marcados na vitória sobre o Vasco, na noite de ontem (1), o camisa 42 do Verdão chegou a 21 na temporada. Ele deixou para trás Germán Cano, do Fluminense, e Kaio Jorge, do Cruzeiro, e agora só fica atrás do vascaíno Vegetti na lista.

Jogadores da Série A em 2025:

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  1. Vegetti: 24 em 50 jogos
  2. Flaco López: 21 em 50 jogos
  3. Kaio Jorge: 20 em 36 jogos
  4. Germán Cano: 20 em 45 jogos

O detalhe é que das 50 partidas realizadas por López, só 27 foram como titular. Até determinado momento da jornada, ele disputava posição com Vitor Roque e só passou a ter uma sequência entre os onze iniciais quando começou a formar dupla com o Tigrinho.

Desde então, desandou a fazer gols e dar assistências. Tendo em vista a fase espetacular do atleta e também da equipe palestrina, não é difícil imaginar ele assumindo a liderança do ranking em breve e, possivelmente, terminando o ano como goleador do Brasil.

Palmeiras pagou R$ 50 milhões por Flaco

Para tirar o argentino do Lanús, em meados de 2022, o Verde topou desembolsar 10 milhões de dólares, quantia que na época correspondia a R$ 50 milhões – valor correspondente a 70% dos direitos econômicos.

Uma movimentação que foi contestada por um bom tempo, mas que agora vem sendo justificada pelo grande momento vivido pelo atacante em campo.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.