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Palmeiras bate o martelo sobre liberar Weverton para o Inter

O Palmeiras tomou uma decisão a respeito de liberar Weverton para o Internacional na próxima temporada. Apesar do interesse do time gaúcho, o paredão…

Palmeiras bate o martelo sobre liberar Weverton para o Inter

Créditos: Cesar Greco/Palmeiras

O Palmeiras tomou uma decisão a respeito de liberar Weverton para o Internacional na próxima temporada. Apesar do interesse do time gaúcho, o paredão alviverde não deixará o Allianz Parque e a tendência é que fique por ainda mais tempo no clube.

Conforme noticiou o jornalista Danilo Lavieri, a ideia da diretoria palestrina é oferecer uma renovação contratual ao camisa 21. O titular da equipe de Abel Ferreira tem vínculo até dezembro de 2026 e, caso o compromisso não seja ampliado até lá, ficará livre para assinar um pré-contrato e sair de graça.

O plano do Colorado, segundo as informações, era aproveitar justamente essa brecha para assinar com o arqueiro de 37 anos sem custos. Mas, ao que tudo indica, ele permanecerá no Maior Campeão do Brasil como dono da posição e, posteriormente, fazendo a transição da meta para Carlos Miguel.

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De acordo com o repórter Lucas Collar, o Inter não está plenamente satisfeito com Sergio Rochet e quer ter um goleiro experiente e seguro na jornada que vem. Além do palmeirense, o clube trabalha com a possibilidade do retorno de Alisson, que vira e mexe tem sua saída do Liverpool especulada.

Weverton é líder no Palmeiras

Dificilmente Abel aceitará uma liberação do goleiro. O camisa 21 é um dos homens de confiança do treinador e uma das lideranças do atual elenco alviverde.

Remanescente da era pré Abel junto com Gustavo Gómez e Raphael Veiga, o arqueiro completou 450 jogos pelo clube recentemente. Com 12 títulos conquistados, é um dos maiores vencedores da história centenária da SEP.

Sobre o autor
Vitor Gonçalves

Paulista, 24 anos, jornalista em formação. Apaixonado por futebol e por palavras, faço o que mais gosto (falar sobre o esporte bretão) por meio do que considero ser meu ofício (a atividade jornalística). Ambos, jogo e jornalismo, vão além de suas aparências (pessoas correndo atrás de uma bola e noticiando fatos) e, na verdade, são reflexos do social – eu sou um produto dessas duas coisas e de outras tantas que também as compõem.